segunda-feira, 17 de março de 2014

Condromalácia patelar: cuide da lesão no joelho

Conheça as causas, prevenção e o tratamento para esse tipo de problema


O nome é tão complicado quanto a lesão: condromalácia patelar. Ela acontece quando há a degeneração da cartilagem do joelho que fica entre a patela (osso do joelho) e o fêmur
(osso da coxa). São quatro níveis de gravidade:
1. Amolecimento da cartilagem e edemas;
2. Fragmentação da cartilagem ou fissuras com diâmetro menor do que 1,3 cm;
3. Fragmentação ou fissuras com diâmetro maior do que 1,3 cm;
4. Perda completa da cartilagem articular.
Como identificar
O principal sintoma desta patologia é a dor na parte anterior do joelho. Alguns estalos –
chamados de crepitação – durante a corrida, ao subir escadas escadas, ao agachar
ou ao levantar após muito tempo sentado são escutados. Ao sentir algum desses
incômodos, o corredor deve procurar um médico ortopedista para que uma avaliação
completa seja feita.
Causas
Intrínsecas: a condromalácia patelar pode aparecer a partir de alterações no alinhamento
ósseo e por variações na anatomia da tróclea (encaixe da patela no fêmur), do colo do fêmur
e da patela. Corredores com a pisada pronada ou supinada também correm o risco. Além
disso, atletas com pouca flexibilidade muscular são mais propensos a sofrerem com essa
lesão.
Esses fatores, associados ou não à fraqueza dos glúteos médio e máximo, podem fazer
com que o atleta corra realizando uma rotação medial e adução do joelho. Esse
desequilíbrio é conhecido como valgo dinâmico e gera um contato irregular na
articulação da patela com o fêmur. A cartilagem é sobrecarregada e, a longo prazo,
leva à condromalácia.
Extrínsecas: utilizar um calçado inadequado, aumento abrupto de treinamento –
principalmente em subidas e pisos em que o impacto é maior –, falta de fortalecimento
muscular – sobretudo nos glúteos e no quadríceps – e o movimento incorreto em algumas atividades da musculação, como leg press, cadeira extensora e agachamentos, são
os motivos.
Tratamento
A cartilagem é um tecido que não se regenera. Por isso, o ideal é identificar o problema
o quanto antes e, acima de tudo, prevenir (veja mais abaixo). Será necessário encontrar alternativas para corrigir a biomecânica do atleta e proporcionar uma vida útil maior à
cartilagem.
Um fisioterapeuta deve ser indicado pelo ortopedista caso a condromalácia patelar seja constatada. Esse profissional será responsável por identificar possíveis erros no treinamento
do corredor, controlar a dor e o processo inflamatório utilizando técnicas como a eletrotermofototerapia (pequenas ondas de choque), bandagens funcionaiscrioterapia e
terapia manual. Outra função desse profissional é corrigir possíveis alterações biomecânicas relacionadas a um desequilíbrio muscular e ao tipo de pisada.
Prevenção
A melhor forma de descobrir se você pode desenvolver a condromalácia patelar é procurando
o auxílio de alguns especialistas: ortopedista, fisioterapeuta, educador físico e médico do
esporte. Além de identificar possíveis alterações – parte das causas intrínsecas –, eles
podem ajudar na escolha dos tênis ideais para cada pisada e poderão verificar possíveis problemas biomecânicos durante a corrida.
Além disso, um bom aquecimento e alongamento antes dos treinos é indispensável. O trabalho
de fortalecimento e exercícios funcionais são outras atividades importantes.
(Fonte: Leonardo Pires e Barbara Alves, fisioterapeutas do Instituto do Atleta, o INA, em São Paulo) / O2 por minuto 03/2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

O TREINAMENTO FÍSICO PODE MELHORAR AS DEFESAS DO NOSSO CORPO


O corpo humano tem a capacidade de resistir a quase todos os tipos de organismos ou toxinas que tendem a lesar os tecidos e órgãos. Essa capacidade é denominada imunidade. Dessa forma, o sistema imunológico tem como objetivo reconhecer os organismos invasores, impedir sua disseminação e finalmente eliminá-los do corpo. 
O exercício físico pode proporcionar diferentes respostas no sistema imunológico. O exercício de intensidade moderada, praticado regularmente, melhora a capacidade de resposta desse sistema, enquanto o exercício com alta intensidade praticado sob condições estressantes, provoca um estado transitório de imunossupressão (ato de reduzir a atividade ou  eficiência do sistema imunológico). 
O treinamento físico moderado trás respostas imunológicas saudáveis. Além disso, a corrida de baixa intensidade ajuda a diminuir a ação estressante após o exercício, evitando sobrecarregar o sistema imunológico do organismo humano. Sendo assim, é importante a necessidade do controle das variáveis do treinamento esportivo para evitar o estresse excessivo. 
Excesso de treino - O supertreinamento pode acarretar num enfraquecimento do sistema imunológico, aumentando as possibilidades de infecção do organismo. Quando as cargas de treinamento são elevadas, pode ocorrer uma diminuição da função global do sistema imunológico. A intensidade, duração e frequência excessiva de treinamento podem proporcionar um mau funcionamento do sistema imunológico, devido à sobrecarga imposta ao organismo, que pode ocasionar fadiga. Portanto, o supertreinamento prolongado provoca alterações que se manifestam como redução crônica do desempenho, acompanhada de um ou mais sintomas físicos, como elevação da frequência cardíaca de repouso, perda de peso, diminuição da libido, alterações no sono entre outros. 
Quem pratica exercícios adequadamente tem uma substância chamada glutamina, constante no organismo. Isso é ótimo, pois a glutamina serve de alimento para os leucócitos. Bem nutridas, essas células trabalham de uma maneira eficiente.  Quem treina intensamente, sem orientação, faz com que os níveis de glutamina despenquem, assim como a resistência. 
As duas últimas décadas foram marcadas por grandes esforços na tentativa de compreender os mecanismos envolvidos na relação do exercício físico com as alterações no sistema imunitário. Os grandes avanços tecnológicos e científicos no campo da genética e biologia molecular propiciaram um estreitamento e uma maior compreensão dos mecanismos envolvidos na relação do exercício físico com o sistema imunológico. 
Os diversos estudos baseados em modelos experimentais e humanos têm demonstrado evidências que o exercício moderado, de intensidade menor que 60 % do Vo2máx com duração inferior a 60 minutos, é associado a menores perturbações no sistema imune. Enquanto o exercício extenuante tem demonstrado características opostas, aumentando o risco de adquirir uma infecção no trato superior respiratório. 
Aqueles que não seguem uma dieta equilibrada, muitas vezes acabam com um sistema imunológico fraco. Você deve seguir uma dieta saudável  para melhorar o sistema imunológico. Aqueles que têm o hábito de comer alimentos processados estão o tempo todo em um risco aumentado de sofrer de distúrbios do sistema imunológico. É muito importante que seu corpo receba os nutrientes que necessita. Você deve incluir alimentos como frutas e legumes frescos, carnes magras e cereais integrais em sua dieta. Existem vários alimentos que aumentam o sistema imunológico. 
Certifique-se de que você adicionará alimentos como frutas cítricas, frutas vermelhas, brócolis, repolho, salsa, cenoura, alho, cogumelos, aveia, cevada, levedura e iogurte à sua dieta. Você também deve se manter bem hidratado em todos os momentos. O aumento do seu consumo de água ajudará na eliminação das toxinas do seu sistema. Consumir uma dieta balanceada que contenha vitaminas, minerais, antioxidantes e outros nutrientes, certamente, melhorará o sistema imunológico e aumentará sua resistência contra infecções. 
Fonte: Prof. Dr. Newton Nunes - www.areadetreino.com.br / Foto: Depositphotos / Christopher Nuzzacocurso de maquiagem

sábado, 8 de março de 2014

O que emagrece mais: Musculação ou Exercícios Aeróbicos?!



Quando se fala em gastar calorias, você pensa nos exercícios aeróbicos, não é verdade? E isso não está errado, mas existe uma diferença entre gasto calórico e emagrecimento.
O emagrecimento se dá pelo déficit de calorias durante o dia, e gasto calórico é a queima de calorias promovida pela aceleração do metabolismo causada, por exemplo, pela atividade física.
A contribuição dos exercícios físicos em geral para o processo de emagrecimento decorre do aumento no gasto calórico diário e do estímulo ao metabolismo. Ao comparar sessões de intensidade digamos “equivalentes”, pode-se observar que o treinamento aeróbio chega a atingir um gasto energético por unidade de tempo 30% maior que o treinamento de força. Isto nos levaria a concluir que os exercícios aeróbios são mais eficazes para o emagrecimento. Porém, há outros fatores a se considerar do que apenas o gasto calórico durante o exercício. 
O que muitas pessoas não sabem é que após o exercício, as taxas metabólicas do organismo não retornam imediatamente aos níveis de repouso.
O exercício físico promove alterações fisiológicas, como a elevação da temperatura corporal, o refluxo sanguíneo e de fluídos corporais, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, danos teciduais, e alterações hormonais.
Durante a recuperação aumenta a necessidade do organismo por oxigênio (EPOC). Isto é, mesmo com a interrupção do exercício, o corpo continua consumindo oxigênio, e isto leva à continuidade do gasto calórico. Ou seja, você continua “queimando” calorias. 
No caso dos exercícios com pesos, além desses efeitos, ocorre o aumento da taxa metabólica basal devido ao aumento da massa muscular. 
Quando uma pessoa realiza exercícios aeróbios ocorre maior mobilização de gordura durante a atividade. Durante exercícios anaeróbios, a produção energética depende quase que exclusivamente da fosfocreatina e do glicogênio. Porém, o tipo de substrato energético mobilizado durante os esforços parece não ter muita importância no processo de emagrecimento, visto que ocorre interconversão metabólica entre eles no período pós-exercícios.
No entanto, os exercícios anaeróbios propiciam emagrecimento no período pós-exercícios, quando toda atividade metabólica de síntese protéica e glicídica ocorrem às custas de energia aeróbia proveniente, na sua maior parte, dos ácidos graxos do tecido adiposo.
Algo que pode ser mal interpretado é que o aumento de massa muscular pode compensar em peso a diminuição do tecido adiposo. Nesse caso, deve-se ter a consciência de que a composição corporal está mudando favoravelmente no sentido da saúde, da aptidão física e da modelagem do corpo.
Por isso conclui-se que, NÃO IMPORTA SE VOCÊ FAZ MUSCULAÇÃO OU AERÓBICOS PARA EMAGRECER, O IMPORTANTE É SE MEXER, GASTAR CALORIAS!
No final, a soma do gasto calórico total é o que vai resultar no processo de emagrecimento, mas nunca se deve esquecer que os benefícios dos exercícios resistidos e aeróbios para saúde são específico de cada um, por isso o IDEAL É PRATICAR OS DOIS para se obter todos os benefícios na saúde além do emagrecimento (aumento da mineralização óssea, aumento da massa muscular, aumento do consumo de oxigênio e capacidade aeróbia, alteração dos perfis lipídicos sanguíneos, baixa das triglicérides sanguíneas, fortalecimento dos tendões e articulações, redução da pressão arterial, maior auto-estima, menores índices de depressão, etc.).

 Mexa-se, Cuide-se, Ame-se, Você Merece!

Enviado pela Personal Trainer e Psicóloga Esportiva Renata Fernandes.
  • Licenciada em Psicologia | CRP 05/ 26535;
  • Licenciada e Bacharel em Ed. Física | 037930 – G/RJ;
  • Pós-Graduada em Psicossomática, Obesidade e Emagrecimento;
  • Especializada em Programação Neurolinguística; e Coaching


DIGA-ME O QUE COMES E TE DIREI QUEM ÉS

O Hábito Alimentar é mais definitivo na Evolução do Corredor do que a Organização dos Treinos

A alimentação é algo definitivo na vida de uma pessoa. Temos essa noção de forma muito clara quando falamos de gestantes e crianças. Mas, depois que nos tornamos adultos, parece que nos esquecemos desse conceito, ou seja, de quão determinantes para nossas vidas são os alimentos que colocamos para dentro do nosso corpo. Resultado: nossa saúde fica fragilizada e nosso corpo, cansado.

Lembre-se de que uma alimentação adequada se reflete em maior bem-estar e qualidade de vida. Somos o resultado da relação do meio ambiente em que vivemos com o nosso DNA. Os alimentos que escolhemos fazem parte desse meio ambiente. Somos formados por mais de 100 trilhões de células, sendo que pelo menos 50 milhões delas são renovadas diariamente e cada uma dessas células necessita de no mínimo 44 diferentes nutrientes para seu funcionamento pleno. Para obter esses nutrientes, precisamos nos alimentar bem. Neste momento existe um fator fundamental e definitivo: a escolha do que colocamos em nosso prato é feita a partir dos prazeres de uma boa refeição, associada à presença dos tais nutrientes necessários para recompor o nosso organismo.

Na evolução dos atletas em geral, e dos corredores em particular, a importância metabólica da alimentação e do treinamento é semelhante. Mas se avaliarmos a logística desses dois ingredientes ( ou seja, da alimentação e do treinamento ), perceberemos que o hábito alimentar é mais definitivo na evolução do corredor do que a organização dos treinos.

Por que?

Com a corrida, conseguimos ter um controle maior de variáveis como horário, planejamento, orientação e acompanhamento específico no momento em que a atividade está sendo realizada. Já com a alimentação esse controle é mais difícil, pois mesmo com um planejamento prévio e extremamente específico, devemos estar atentos e educados para situações não previstas, uma vez que nos alimentamos diariamente, de três a cindo vezes ao dia.

Uma pessoa que se alimenta mal ao longo da vida não fornece nutrientes suficientes para seu corpo aproveitar melhor seu potencial bioquímico. Isso vai se refletir na qualidade de vida dessa pessoa, em todos os sentidos: intelectual, emocional, metabólico, etc. No caso de atletas, isso implica perda de rendimento e dificuldade de recuperação, entre outros fatores indesejados.

Coma certo, corra mais!!!

 Mariana Klopfer para Revista O2, maio 2013

sexta-feira, 7 de março de 2014

EXERCÍCIOS NA FITA DE SUSPENÇÃO


O acessório, uma correia de náilon com alças, pesa cerca de 1 kg, cabe na mochila e permite realizar exercícios para o corpo todo - Fotos: Ricardo Soares

Atividade com aparelho pode ser feita em qualquer lugar, fortalece a musculatura e da um up no desempenho

Não importa se você corre 5 km, 10 km, 21 km 
ou 42 km. O trabalho de fortalecimento 
muscular é fundamental para evitar lesões 
e melhorar o rendimento no asfalto. E uma 
boa alternativa para ter um shape forte e resistente — que vai permitir a você cruzar a linha de chegada com todo o gás — é fazer exercícios com a fita de suspensão. Conheça as vantagens 
do acessório e confira exercícios que vão turbinar sua performance nas ruas.

O que é
A fita de suspensão foi criada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos, que precisavam 
de um equipamento prático e fácil de ser transportado para os militares poderem treinar 
em qualquer lugar. O acessório, uma correia de náilon com alças, pesa cerca de 1 kg, cabe 
na mochila e permite realizar exercícios para o corpo todo. Ele deve ser fixado em um ponto 
com aproximadamente 2 metros de altura, como uma barra, uma árvore ou até mesmo a porta 
de casa. “A possibilidade de treinar ao ar livre, sem aquela rotina de academia, é um fator 
que atrai atletas amadores de diversas modalidades, como a corrida”, diz Allan Menache, 
diretor técnico da assessoria esportiva Treinamento Inteligente, em São Paulo. “É possível 
levar o treinamento suspenso para parques, praças, praias ou qualquer lugar em que dê para 
prender a fita”, completa.


Como funciona
O treino suspenso, você utiliza o próprio peso como carga. “Ao mudar a angulação do corpo
em relação ao solo, é possível facilitar ou dificultar os exercícios”, explica Mônica Pimenta,
diretora técnica do Espaço Funcional Mônica Pimenta, em São Paulo. “Fazer flexão de braço
com o corpo a 45° em relação ao solo é bem mais fácil do que executá-la quase paralela ao
chão”, exemplifica a treinadora. Além disso, é possível adicionar aos movimentos sobrecargas externas, como coletes de peso, halteres, caneleiras e resistência imposta por um colega ou treinador. “Mas a carga é apenas uma das formas de incrementar o desafio do treino suspenso”, alerta Menache. Executar tarefas com apenas um pé apoiado no solo, de olhos fechados ou
com bases instáveis (como um bosu ou almofadas) são outras formas de variar o estímulo.
Bem na fita!
- Sempre execute os exercícios em um lugar sem móveis, objetos ou aparelhos de musculação
por perto.
- Se for prender o acessório na porta, faça os movimentos sempre do lado em que a porta
fecha. Tranque a porta para evitar que alguém a abra bem na hora em que você está
pendurado na fita.
- Preste muita atenção na postura. Tente sempre manter cabeça e tronco alinhados.
-Comece com exercícios fáceis e progrida aos poucos para tarefas mais desafiadoras.
1. Agachamento Unipodal
Segure as alças da fita de suspensão com as palmas das mãos viradas uma para a outra e
os cotovelos flexionados a 90°. Fique em um pé só. Agache até que as coxas fiquem ao
menos paralelas ao chão. Ao mesmo tempo, estenda os cotovelos. Retorne. Faça de duas a
três séries de dez repetições com cada perna.
2. Afundo com um pé suspenso

Em pé, prenda um dos pés na fita. Flexione o joelho e agache até a coxa ficar paralela ao solo. Ao mesmo tempo, projete a perna suspensa para trás. Retorne para a posição inicial. Faça de duas a três séries de dez repetições com cada perna.
3. Passada lateral
Segure as alças da fita com as palmas das mãos viradas uma para a outra e os cotovelos flexionados a 90°. Dê um passo lateral com a perna direita e flexione o joelho. Mantenha a
perna direita estendida. Retorne e execute para o outro lado. Isso é uma repetição. Faça de
duas a três séries de dez repetições.
4. Salto suspenso
Segure as alças da fita com as palmas das mãos viradas uma para a outra e os cotovelos flexionados a 90°. Dê um salto e, ao aterrissar, realize meio agachamento. Mantenha-se nessa posição por 3 segundos. Retorne. Faça de duas a três séries de dez repetições.
5. Estabilização dinâmica
Fique de joelhos. Segure as alças da fita de suspensão com as palmas das mãos viradas para
a frente e os cotovelos flexionados a 90°. Projete o corpo para a frente, estendendo pernas e braços. Retorne para a posição inicial. Faça de duas a três séries de dez repetições com cada perna.
6. Elevação quadril em ponte
Deite em um colchonete com os calcanhares apoiados nas alças da fita de suspensão. Flexione
os joelhos a 90°. Eleve o quadril, mantendo os joelhos flexionados, e aponte os pés para a frente. Retorne para a posição inicial. Faça de duas a três séries de dez repetições.
(Reportagem da edição 130, de fevereiro de 2014, da Revista O2)

PROJETO BRISAS EM FORMA

O Projeto Brisas em Forma foi criado em um bate papo na beira da piscina do Residencial Brisas do Lago Igapó, entre uma Nutricionista - Dany Schmitd, e uma Personal Trainer - Meire Duran, com o intuito de levar aos moradores do condomínio residencial um trabalho diferenciado de nutrição e atividade física.

Sempre colocando a saúde e o bem-estar de seus clientes em primeiro lugar, o Projeto Brisas em Forma busca de maneira individual orientar seus alunos, de acordo com seus objetivos, a terem melhor qualidade de vida com hábitos mais saudáveis.

São oferecidos horários fixos para grupos de até 10 pessoas para o acompanhamento da atividade física e monitoramento ( avaliação física individual ). O aluno recebe uma planilha de treino mensal, e é acompanhado semanalmente para orientação e correção dos exercícios. Também semanalmente é feita avaliação física individual com bioimpedância e orientações nutricionais, sendo montado um cardápio exclusivo, dependendo do objetivo e necessidade de cada um.

Nosso atendimento diferenciado é feito nas dependências do condomínio, que conta com academia de musculação e quadra poliesportiva, lugares propícios para prática das atividades,  facilitando a vida dos moradores, tendo em vista o difícil deslocamento das grandes cidades, principalmente em horários de rush.